Carlos Bolsonaro defende ‘gênero neutro’ em escolas

Carlos Bolsonaro defende ‘gênero neutro’ em escolas e apresenta projeto para proibir o uso da “contramão biológica”, segundo ele.

De acordo com o texto elaborado para apresentação do projeto, Carolos Bolsonaro cita que atualmente já se depara com pessoas acadêmicas falando “todes” e “todxs”.

E segundo o vereador carioca, essas palavras “neutras” vai totalmente contra a realidade, de que seres humanos já nascem com um sexo determinado e isso não muda, de acordo com ele.

Carlos Bolsonaro é filho do presidente do Brasil e vereador do Rio de Janeiro e pertence ao partido republicanos- RJ, eleito 6 vezes.

Projeto apresentado por Carlos Bolsonaro

Carlos Bolsonaro – Fonte: redes sociais

O carioca desejo que seja proibido nas escolas particulares e públicas as referências neutras, que segundo ele, estão sendo utilizadas nas escolas.

O projeto foi apresentado na Câmara de vereadores do Rio de Janeiro. A ementa deseja vetar o uso das palavras “todes” e “todxs”.

Essas expressões surgiram nos últimos anos para que as pessoas pudessem falar com as outras sem definição de gênero.

Essas características de palavras neutras seriam usadas para todas as outras palavras que definem o gênero da pessoa.

Linguagem Neutra de Gênero

Na prática “eles” seria “elx”, ou seja, todas as palavras que tem no final “a” ou “o” seria trocada pela letra x.

Linguagem Neutra de Gênero busca teoricamente se livrar dos gêneros conhecidos pela sociedade ‘feminino e masculino’.

O projeto de Carlos Bolsonaro visa principalmente proibir que as escolas publicas e privadas usem novas formas de pensar sobre “gênero”.

Já que de acordo com ele, só existe uma única reflexão sobre identidade de gênero “feminino e masculino”.

Ainda segundo o texto apresentado pelo carioca, além de inventar uma nova forma de pensar sobre gênero, as escolas estariam indo em contramão das regras gramaticais.

Para as redes educacionais particulares as advertências serão mais drásticas, se caso o projeto for aprovado.

As escolas particulares que se negarem a seguir, terá advertências e até suspensão de alvarás de funcionamento, podendo ser fechada, se caso não seguir as normas do projeto.

O projeto dessa nova lei, ainda será estudada e analisada pela câmara de deputados e só após passar por analise é que será aprovado ou negado o projeto.

Outro projeto de Carlos Bolsonaro

Contudo, Carlos Bolsonaro mandou outro projeto para a Câmara dos vereadores que também será analisado e estudado.

Esse novo projeto trata-se de permitir que presos condenados possam servir a sociedade trabalhando em cemitérios, hospitais psiquiatras, manutenção de parques das cidades, clínicas de reabilitação de dependentes químicos.

Ademais, A proposta do vereador vale para pequenos e grandes crimes, desde que sejam condenados. O tipo de trabalho que será dado a cada preso, ficara a critério do gestor do órgão público

O presidente Jair Bolsonaro, pai do vereador, já falou algumas vezes sobre “colocar os presos para trabalhar” em uma de suas falas publicamente. 

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