Em meio aos exames e tubos de oxigênio, a esperança na solidariedade

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Alécio Perdoná de Souza, de 31 anos, descobriu faz pouco mais de dois meses que foi acometido por uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e Bronquectasia, ou seja, uma dilatação irreversível de porções dos dutos respiratórios ou vias aéreas (brônquios) resultante de lesão na parede destas vias. Para o tratamento, junto da família ele lançou uma vaquinha.

“Por conta dessas doenças eu me encontro com apenas 23% dos pulmões funcionando e estou no oxigênio 24h por dia. Também entrei na fila de transplante, mas até que isso aconteça eu preciso fazer um tratamento rígido e de alto custo. Além disso, sou autônomo e não tenho condições de trabalhar. Minha esposa também não pode trabalhar porque preciso de acompanhante em tempo integral”, explicou Alécio que tem um filho de um ano e sete meses. O risco de ele estar sozinho é que o mesmo pode ter uma crise severa e até falência de órgãos, segundo Alécio.

O jovem também ressalta que os médicos informaram que se a bactéria que atingiu os pulmões chegar ao coração, nada mais poderá ser feito. “Segundo os médicos, se a bactéria chegar ao coração não tem mais volta e por isso a urgência do tratamento. Quem puder contribuir, com qualquer valor, vai ajudar demais e eu peço que Deus abençoe e lhes dê em dobro, pois o que mais quero é sobreviver a essa doença para ver meu filho crescer”, declarou Alécio, emocionado.

Questionado sobre o custeio da casa, todos sabem o quanto isso é dispendioso, ele conta que a família tem ajudado com alimentos e não paga mais aluguel uma vez que o imóvel é de sua mãe. “Mas também não é fácil para a família e amigos ajudarem todos os meses, cada um tem suas despesas. Eu quero ficar bom logo e cuidar da minha família. Enfim, ter a minha vida de volta mesmo que seja com algumas diferenças”.

Como ajudar:

vakinha.com.br com o título “Ajuda urgente no tratamento de bactérias nos meus pulmões”
ou via pix: chave 011.737.439-36

Entenda a DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é causada pela exposição prolongada a gases e partículas nocivas, tais como fumaça de tabaco, poluição do ar em espaços internos e exposição ocupacional a poeiras, fumos e produtos químicos.  Também pode ser causada por fatores pessoais, tais como peculiaridades genéticas que afetam o desenvolvimento pulmonar na infância.

O diagnóstico precoce e o tratamento são vitais para evitar o agravamento dos sintomas, pois não há cura para a DPOC.

Entre as consequências da doença estão os danos aos bronquíolos – estruturas que transportam o ar até os alvéolos pulmonares – e a restrição da troca de gases que ocorre no pulmão durante a respiração (oxigênio e gás carbônico). A condição também pode ocasionar o estreitamento, obstrução e inflamação das vias aéreas, como também a destruição de partes dos pulmões.

Exame fundamental

A espirometria e a pletismografia são testes usados para medir fluxos (velocidade de entrada e saída do ar), volumes e capacidades pulmonares, além da resistência das vias aéreas. A medida da difusão do monóxido de carbono (DLCO) afere a capacidade de troca gasosa.

Estes testes são fundamentais na investigação de sintomas como tosse, chiado, falta de ar, na detecção e acompanhamento das principais enfermidades respiratórias como asma, bronquite crônica, enfisema e fibrose pulmonar por diversas causas. Além da importância diagnóstica, a avaliação da função pulmonar é útil também na estratificação de gravidade dos distúrbios ventilatórios e no monitoramento da resposta ao tratamento instituído.

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