Joe Biden pretende mudar relações comerciais dos EUA com o mundo

Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos da América nas últimas eleições que ocorreram em novembro de 2020, derrotando assim, seu opositor Donald Trump, pretende mudar as relações comerciais do país com o resto do mundo. 

Foram quatro anos de um governo mais linha dura, as parcerias e relações apresentadas por Donald Trump tinham um tom de unilateralidade, colocando assim, os Estados Unidos sempre a frente dos outros países.  

Biden já mostrou que pretende seguir muitos dos objetivos de Trump, contudo, fazer isso de maneira diferente, se utilizando de meios mais equilibrados, vantajosos para ambos os lados, multilaterais. 

Desafios para o novo presidente  

São muitos os desafios que o novo presidente dos Estados Unidos terá de enfrentar em seu mandato. Começando por apresentar planos para a recuperação da economia, que teve um tombo causado pela pandemia do coronavírus.  

Selar acordos comerciais entre países, diferentemente do que foi proposto por Trump durante a sua administração, quando, por exemplo, taxou diversos produtos importados de outros países, no intuito de colocar os Estados Unidos em primeiro lugar.  

Mas, assim como Trump, Joe Biden também está preocupado com os modos ambiciosos e meios de fazer negócios da China, país com o qual os Estados Unidos travou uma guerra comercial.  

Desse modo, se espera que ele haja parecido com Trump, contudo, utilizando de meios mais pacíficos para alcançar o objetivo de sempre, manter a América em primeiro lugar.

Joe Biden – Fonte: Redes sociais
Retomada das relações comerciais com a Europa

A rivalidade entre as gigantes na fabricação de aeronaves norte-americana Boeing e sua concorrente direta Airbus, por exemplo, surgiu bem antes de Trump. Mas foi ele quem optou por taxar fortemente produtos de luxo vindos da Europa. 

Biden, no entanto, deve diminuir essas taxações sobre produtos vindos da Europa, sobretudo em aço e alumínio. 

Relações entre países da América Latina 

É esperado que os Estados Unidos voltem a se aproximar de Cuba. A Ilha sofreu várias sansões durante o governo Trump.

Enfim, analistas acreditam ser um tempo de maiores acordos e cordialidade aos países da América. 

Contudo, essa relação não deve ter grande impacto nas políticas do país, afinal, o centro das relações mais relevantes são entre países Asiáticos e Europeus. 

Vale lembrar que as eleições Americanas no último pleito, que ocorreram em Novembro de 2020, foram as mais acirradas de todos os tempos no país. 

Como indicado nas pesquisas, Biden liderou em estados importantes, sobretudo pela quantidade de delegados que eles representavam para decidir o novo presidente dos Estados Unidos. 

Acompanhada pelo mundo todo, a disputa entre Trump e Biden durou alguns dias, já que muitos dos votos foram enviados pelos Correios. 

Trump relutou contra o resultado, disse que o processo eleitoral havia sido fraudulento. Mas seus argumentos não foram convincentes e a vitória de seu opositor foi oficializada. 

Houveram boatos de que o Ex-presidente teria tentando subornar um agente responsável pela contagem dos votos. 

 

 

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