Operação investiga funcionários terceirizados do Detran em SC | TN Sul

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A Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu três mandados de busca e apreensão na Grande Florianópolis na manhã desta terça-feira, dia 18. A operação visa investigar funcionários terceirizados do Detran SC (Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina), suspeitos de estarem envolvidos em atividades irregulares durante o expediente de trabalho.

A operação foi realizada por meio da Decor/Deic (Delegacia de Combate à Corrupção), com apoio da Delegacia de Defraudações e Detran. Na Grande Florianópolis, os agentes cumpriram os mandados de busca e apreensão nas cidades de Florianópolis e São José.

Polícia Civil deflagrou a operação após denúncias do próprio Detran

Segundo as informações da Polícia Civil, as investigações começaram após o próprio departamento de trânsito repassar as informações para as autoridades. Conforme a denúncia apresentada, empregados terceirizados do órgão estariam deixando de exercer suas funções em horário de trabalho e realizando serviços para terceiros.

Esses serviços realizados, conforme a polícia, seriam recursos de multas e suspensão de CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Ainda, as autoridades ressaltam que a empresa possuía um perfil no Instagram.

Envolvidos trabalham no setor de penalidades

Conforme a investigação, os funcionários envolvidos trabalham no setor de penalidades do Detran e criaram uma empresa de recursos administrativos e utilizavam a rede social para divulgar os serviços prestados, atrair clientes e obter lucros.

Ainda, conforme a Polícia Civil, há vários indícios que os suspeitos utilizaram a estrutura da estatal para a criação da empresa, divulgação dela nas redes sociais e elaboração dos recursos administrativos de interesse dos próprios clientes.

Além disso, também foi possível apurar que os recursos de multas e suspensão de CNH intermediados através da empresa eram protocolados e recebidos pelos próprios empregados terceirizados do Detran.

Conforme o delegado Marcus Vinicius Fraile, o fato dos indivíduos atuarem no setor de recursos do órgão, facilitou atrair clientes e movimentar o negócio. O delegado aponta que a Polícia Civil investiga os crimes de advocacia administrativa e possível crime de associação criminosa.

*Via ND+

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