Tesouro perdido | TN Sul

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por Kreitlon Pereira

colunavia@gmail.com

Sempre que uma obra clássica é adaptada para o audiovisual, os fãs se dividem entre empolgação e receio, principalmente quando se trata dos fãs de mangás. Com experiências passadas não muito boas, como a criticada série de “Death Note”, é compreensível que muita expectativa esteja envolvida quando se anuncia projetos do gênero. Por isso, quando a Netflix divulgou que seria responsável por fazer uma série do mangá “One Piece”, obra de Eiichiro Oda lançada em 1997 e que conta com 105 volumes (até o momento), os fãs receberam a notícia com descrença. Porém, com a divulgação dos visuais dos personagens, logo foram se empolgando.

One Piece” terá os oito episódios de sua primeira temporada disponibilizados ao mesmo tempo, no dia 31 de agosto. Com o desejo de se colocar como uma das melhores adaptações de mangás para o formato de live-action, o original da Netflix teve consultoria do próprio Eiichiro Oda, que assumiu o papel de produtor executivo da série e teve papel decisivo nas tomadas de decisão. A trama acompanha o arco East Blue do mangá, que é a parte introdutória, na qual os principais personagens são apresentados, assim como seus objetivos.

A série começa com a morte do rei dos piratas, Gol D. Roger, cujas últimas palavras – antes de sua execução – revelam que ele havia escondido um grande tesouro e, caso algum pirata quisesse fama e poder, deveria ir atrás dele. Com isso, vários piratas do mundo partem para a ilha da Grand Line para tentar encontrar o tesouro, inclusive o protagonista Monkey D. Luffy, que sonha em encontrar o One Piece – nome do tesouro – e se tornar o rei dos piratas. Uma peculiaridade é que, quando criança, o protagonista comeu uma fruta que fez com que seu corpo adquirisse propriedades de borracha.

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